
Ao passar, de olhos cheios de verde,
Damos conta dos animais, que repastam na vereda!
Os pardais passam em bando, animados vão no voo,
Não se aproximam do solo, com medo de algum lobo!
Os grilos flauteiam canções, livres mas afinadas!
Em cada kilometro precorrido, respira-se inspiração,
Daquela que nos faz dançar com o lápis, por não termos papel à mão!
Quando a serra descer e a casa chegar, vou ter que dar ao dedo,
pois levo imensas histórias para contar!
Hoje apresento-vos os serranos equídeos,
de pêlo castanho e sedoso!
Não se assustam com o trabalhar do motor,
mas assustam quem passa,e silenciam o autor!
Apresentam galopar trauteante,apressado e ligeiro!
Depois da refeição completa,
Vão sem rumo...e olhar certeiro!