foto by Luísa
Hoje, a cor do mar cheira a prata!
Tem aroma de brilho branco e cintila calmia.
Cobre-se de azul num lençol de seda céu!
Olha-o as dunas d´oiro onde repousa a natureza num momento secreto d´harmonia!
Sopra o vento de norte no desalinho que nos penteia!
Se de um lado o rio corre sem pressa para o mar,
do outro,
o mar apressa-se para o aconchegar no desaguar!
Do alto da duna observo, vejo o encontro de ambos, como que à espera das histórias por contar...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Companhia num olhar de perto
foto by me
Oiço-os, desde sempre, segredarem-me ao ouvido o calor da foz!
Vejo-os num olhar de perto, anfitriões marcadamente sossegados!
Fazem baloiço no ancoradouro...sorriem nos cabos que atracam os botes,
e neles testam o equilibrio do seu habitat!
Recebem-me bem!
Fazem-me companhia nos metros rodados das margens que lhes fazem casa!
Hoje, vieram em bando...mostraram pacatez no poiso, no planar!
Ensaiaram ser arrojados como quem planeia de novo voar!
Hoje, tive companhia no olhar!
Oiço-os, desde sempre, segredarem-me ao ouvido o calor da foz!
Vejo-os num olhar de perto, anfitriões marcadamente sossegados!
Fazem baloiço no ancoradouro...sorriem nos cabos que atracam os botes,
e neles testam o equilibrio do seu habitat!
Recebem-me bem!
Fazem-me companhia nos metros rodados das margens que lhes fazem casa!
Hoje, vieram em bando...mostraram pacatez no poiso, no planar!
Ensaiaram ser arrojados como quem planeia de novo voar!
Hoje, tive companhia no olhar!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Diálogo na margem
foto de Luísa
Se um lápis trouxesse, desenhar-te-ía a passar!
Traçaria uma linha curva com margens de notas de poesia!
Hoje inspiras poetas...
Transmites calma nas linhas que te escrevem,
Impões silêncios observadores,
num prazer imenso de te ver passar parado!
Não icem as velas!
Hoje não podem navegar!
O vento imperou pela ausência,
e os barcos foram descansar!
Rio do traço que te desenha Rio,
e da linha curva que te reflecte ao passar!
Se nas notas de letras te desenhasse,
Apenas te poderia chamar baixinho,
com as letras da margem onde te escrevo rumo ao mar!
Se um lápis trouxesse, desenhar-te-ía a passar!
Traçaria uma linha curva com margens de notas de poesia!
Hoje inspiras poetas...
Transmites calma nas linhas que te escrevem,
Impões silêncios observadores,
num prazer imenso de te ver passar parado!
Não icem as velas!
Hoje não podem navegar!
O vento imperou pela ausência,
e os barcos foram descansar!
Rio do traço que te desenha Rio,
e da linha curva que te reflecte ao passar!
Se nas notas de letras te desenhasse,
Apenas te poderia chamar baixinho,
com as letras da margem onde te escrevo rumo ao mar!
sábado, 6 de agosto de 2011
foto da net
Hoje estou assim!
Corpo de menina, sorriso espontaneo e sincero!
Olhar profundo e dedicado,
Numa base de afecto sustentado...sustentável!
Olho-me de perto,
orgulhosamente dedicada a cada um de vós!
Ao fazer o balanço de 40 anos,
sorrio suavemente e projecto os dias que estão por vir!
Hoje estou assim!
Aos saltos de felicidade dentro de mim!
Hoje estou assim!
Corpo de menina, sorriso espontaneo e sincero!
Olhar profundo e dedicado,
Numa base de afecto sustentado...sustentável!
Olho-me de perto,
orgulhosamente dedicada a cada um de vós!
Ao fazer o balanço de 40 anos,
sorrio suavemente e projecto os dias que estão por vir!
Hoje estou assim!
Aos saltos de felicidade dentro de mim!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A ti, PÊ
foto da net
Enfrenta-te! Avança!
Vai em frente! Decide!
Ouve-te e avança.
Lê-te no verbo e faz a tua dissertação!
Podes sempre começar pelo passo que dás e pelo sentir do caminho seguro!
Pelo aperto de mão que te define!
E pelo amor no sorriso suave que transmites!
Vai! Caminha!
Sabes-te diferente e pelo diferente sabes-te especial!
Não pela insegurança que te assola, mas pela delicadeza que te acompanha!
Vais prosseguir caminho. Vais brilhar no teu destino!
Porque nas cartas avulsas que experimentas,
escreves-te num ponto de indecisão, com a certeza que continuas...
Vai! Ouve-te e avança!
Lê-te no verbo e faz a tua dissertação!
Enfrenta-te! Avança!
Vai em frente! Decide!
Ouve-te e avança.
Lê-te no verbo e faz a tua dissertação!
Podes sempre começar pelo passo que dás e pelo sentir do caminho seguro!
Pelo aperto de mão que te define!
E pelo amor no sorriso suave que transmites!
Vai! Caminha!
Sabes-te diferente e pelo diferente sabes-te especial!
Não pela insegurança que te assola, mas pela delicadeza que te acompanha!
Vais prosseguir caminho. Vais brilhar no teu destino!
Porque nas cartas avulsas que experimentas,
escreves-te num ponto de indecisão, com a certeza que continuas...
Vai! Ouve-te e avança!
Lê-te no verbo e faz a tua dissertação!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Mar que me (a)colhes...o Verão!
foto da net
Vi-me sorrir entre o sol,
num momento de calma,
a segradar ao vento o prazer de te ver, MAR!
Recebeste-me em ondas que estalam um belo cantar,
Com um simpático afago do vento...um ligeiro acenar!
Vi-me sorriso de verão! Vi-me sorriso de férias...
Vi-me elevar a vida num momento de verão!
Vi-me sorrir entre o sol,
num momento de calma,
a segradar ao vento o prazer de te ver, MAR!
Recebeste-me em ondas que estalam um belo cantar,
Com um simpático afago do vento...um ligeiro acenar!
Vi-me sorriso de verão! Vi-me sorriso de férias...
Vi-me elevar a vida num momento de verão!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Diferente
foto da net
Entre muitos, entre iguais, entre todos...
Olhas-te no meio da escuridão e vês-te feixe de luz
Perdida...sozinha...ausente...
Em busca da claridade e do mundo que se escapa no negro!
Marcas diferença? Marcas presença?
De que te serve?
Olha-te por entre muitos, num mundo obtuso de escuridão
E...acende-te!
Entre muitos, entre iguais, entre todos...
Olhas-te no meio da escuridão e vês-te feixe de luz
Perdida...sozinha...ausente...
Em busca da claridade e do mundo que se escapa no negro!
Marcas diferença? Marcas presença?
De que te serve?
Olha-te por entre muitos, num mundo obtuso de escuridão
E...acende-te!
domingo, 10 de julho de 2011
Olhar sobre a varanda...
foto da net
Vejo da varanda de casa o beijo oferecido ao verde!
Vejo o verde da montanha no maduro carinho com que nos olha!
E lá longe, bem longe do olhar da varanda de casa,
alcanço-te partilhado com o mundo numa imensidão que toca o céu
e o recebe felicitando a veste azul!
Piscam-lhe os olhos pestanados de branco,
com nome de benção que aguarda o descer do sol!
Hummmmmm!Da varanda de casa, vejo-te verde,
vejo-te sonho bafejado de aragens,
num tom suave natureza!
Vejo da varanda de casa o beijo oferecido ao verde!
Vejo o verde da montanha no maduro carinho com que nos olha!
E lá longe, bem longe do olhar da varanda de casa,
alcanço-te partilhado com o mundo numa imensidão que toca o céu
e o recebe felicitando a veste azul!
Piscam-lhe os olhos pestanados de branco,
com nome de benção que aguarda o descer do sol!
Hummmmmm!Da varanda de casa, vejo-te verde,
vejo-te sonho bafejado de aragens,
num tom suave natureza!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Boa noite!
foto da net
Na noite que aclarece o olhar, brilha o céu incensante!
Avalancha a mancha escura o cintilar prata das estrelas,
que sorriem e lampejam no seu mais belo sorrir!
Boa noite...
Na noite que aclarece o olhar, brilha o céu incensante!
Avalancha a mancha escura o cintilar prata das estrelas,
que sorriem e lampejam no seu mais belo sorrir!
Boa noite...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O "Grifo" planou...
Foto de João Menéres - http://grifoplanante.blogspot.com
Sei-te cansado de voar sobre o mar,
De abraçares todas as ondas e mimares as algas perdidas!
Sei-te observador em cada voo,
De olhos bem brilhantes e sorriso pleno quando olhas o mar!
Lembras-te da cor com que olhas o rio d´Ouro?
E das tonalidades com que realças as flores?
Do escorrega que dedicaste à Myra?
E do bosque de Pedras Salgadas que "silenciou o sorriso da menina"?
Sei-te de oiro! Sei-te da cor desse sol que aquece o oceano,
és do mesmo tom que liga ambos e com o qual nos pintas a despedida!
Voltas a planar, Grifo Planante?
Tens que voltar,pois sem ti a blogosfera deixa de ser interessante.
Sei-te cansado de voar sobre o mar,
De abraçares todas as ondas e mimares as algas perdidas!
Sei-te observador em cada voo,
De olhos bem brilhantes e sorriso pleno quando olhas o mar!
Lembras-te da cor com que olhas o rio d´Ouro?
E das tonalidades com que realças as flores?
Do escorrega que dedicaste à Myra?
E do bosque de Pedras Salgadas que "silenciou o sorriso da menina"?
Sei-te de oiro! Sei-te da cor desse sol que aquece o oceano,
és do mesmo tom que liga ambos e com o qual nos pintas a despedida!
Voltas a planar, Grifo Planante?
Tens que voltar,pois sem ti a blogosfera deixa de ser interessante.
domingo, 19 de junho de 2011
Som do vento...num tom de dança!
foto da net
Sopra o vento, tão calmo, sereno...
...balbucia segredos,
decifra o sorriso que decora o teu rosto!
Há um vento que sopra e anima as tardes de sol!
Um vento que penteia as ideias e as alinha,
que lhes dá cor e lhes incute som...
...o tom da vida em danças ao som do vento que toca!
Sopra o vento, tão calmo, sereno...
...balbucia segredos,
decifra o sorriso que decora o teu rosto!
Há um vento que sopra e anima as tardes de sol!
Um vento que penteia as ideias e as alinha,
que lhes dá cor e lhes incute som...
...o tom da vida em danças ao som do vento que toca!
terça-feira, 14 de junho de 2011
há mais amanheceres para inventar
foto da net
Sabes aquele dia que amanheceu sem sol?
Quando as árvores mexiam sem abanar
Os pássaros voavam sem piar
E as cidades silenciavam o seu agitar?
Reinventamos a alvorada,
Desenhamos, com a ponta do dedo, a luz do dia,
e sorrimos perante tal amanhecer.
Há mais amanheceres para inventar...
Sabes aquele dia que amanheceu sem sol?
Quando as árvores mexiam sem abanar
Os pássaros voavam sem piar
E as cidades silenciavam o seu agitar?
Reinventamos a alvorada,
Desenhamos, com a ponta do dedo, a luz do dia,
e sorrimos perante tal amanhecer.
Há mais amanheceres para inventar...
sábado, 11 de junho de 2011
Um olhar sobre a janela...
foto da net
Deixo as cores do dia entrar numa janela aberta ao olhar,
e nos vidros ressoados escrevo "Sossego"!
Olho os segredos livres lá fora e penso no seu deambular!
Batem na vidraça que lhes faz ricochete...
Olho o mundo, a cidade, a rua,
Vejo a agitação, o rebuliço, e o múrmurio dali!
E cá dentro mora a calma,
a quietude de quem tem uma janela
de vidro transparente, aberta ao mundo!
Deixo as cores do dia entrar numa janela aberta ao olhar,
e nos vidros ressoados escrevo "Sossego"!
Olho os segredos livres lá fora e penso no seu deambular!
Batem na vidraça que lhes faz ricochete...
Olho o mundo, a cidade, a rua,
Vejo a agitação, o rebuliço, e o múrmurio dali!
E cá dentro mora a calma,
a quietude de quem tem uma janela
de vidro transparente, aberta ao mundo!
terça-feira, 31 de maio de 2011
Da janela...
Olhei pela janela para ver-te árvore em ramos!
E nesse suporte de pássaros, deixei-me ficar com o olhar!
Penso alto, penso baixo, penso ouvir-te cantar...
Posso por cá vaguear nas palavras soltas da folha que caiu?
É que é sempre um prazer ver-te imagem num post belíssimo!
sábado, 28 de maio de 2011
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