quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
1.º dia do resto da minha vida
segunda-feira, 28 de abril de 2014
As minhas mãos nas tuas
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| foto da net |
Sabes quando na jovialidade da vida aprecio a tua pele?
É quando te toco devagarinho para não magoar,
nem assustar porque cheguei!
Sabes quando te encontras no meu olhar e sorris?
É quando te afago o cabelo para me cheirares,
sentires que estou aqui!
Sabes quando te pergunto quem sou e espero pelo teu sorriso?
É quando tenho a certeza que sabes que estou aqui.
Sabes porque te amo?
Porque és o exemplo a seguir:
na cordialidade do afago, na suavidade do conselho,
na segurança do incentivo,
na motivação do caminho mesmo quando quis desistir!
Sabes porque te amo tanto?
Porque quero ser-te igual.
Dócil e severamente segura no amor que sempre soubeste dar!
domingo, 27 de abril de 2014
Aromas de Sabadelle
sábado, 26 de abril de 2014
Tom dos dias
sexta-feira, 25 de abril de 2014
abril
| foto da net Cansado verde serviu de encosto à flor corada que antecedeu o orgulho de uma nação! Vieram em ramos, em cânticos anunciados, surgiam na ponta das armas de homens viris em marcha perfilados! Celebram-se cravos de abril, memórias de um dia notável, que depressa se banalizou! Hoje não se deseja abril, mas espera-se um mês seguido de outro com a esperança de um Portugal que valha a pena numa liberdade culta de saber! Cansado verde serviu de encosto... ...a uma flor corada de desejo-esperança! |
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Barco em terra
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| foto de João Menéres: www.grifoplanante.blogspot.com Mesmo em terra encostado, sinto o bater das ondas quando amarado! Pulsam as gotas de água repuxadas numa tentativa vã de matar saudade! Ah! Mar meu que me secas, que me olhas saudoso da aventura, e me chamas inconsciente filho da mãe-natura! Hei-de ir além mar, nem que seja num livro de histórias, pois jamais deixei de amar águas de tantas glórias! |
terça-feira, 22 de abril de 2014
Planar
Acordam fatigados,
mitigados,
ancorados na azáfama da vida!
Andam de olhos abertos
voluntariamente
fechados à cor do dia!
Hoje o lema é repousar
nem que seja somente pairar o olhar
no preenchimento vazio do rio...planar!
ancorados na azáfama da vida!
Andam de olhos abertos
voluntariamente
fechados à cor do dia!
Hoje o lema é repousar
nem que seja somente pairar o olhar
no preenchimento vazio do rio...planar!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Escrever palavras
Vou escrever por escrever!
Apenas deixar as palavras fluir para me divertir!
Se há algo que me dá prazer
é espreitar as frases escritas
e lê-las preenchidas
da intensidade dada na hora que as escrevi!
Escrever porque sinto emoção,
porque reajo à luz do tempo
de no tempo lhes querer dar ação!
Escrever porque divago nas palavras
e nelas me imagino na mais bela viagem,
dentro de um pequeno sonho!
Escrever por escrever.
Sentir.
Viver.
Deixar as palavras dormir
e com elas acordar,
de um texto acabado de nascer!
Momento...de divagar.
domingo, 20 de abril de 2014
Páscoa 2014
sábado, 19 de abril de 2014
O nosso tempo
Dás-me tão pouco de ti,
que a forma de dizer que te amo
e sentir-te sempre aqui!
Um pouco de ti, amor,
alimenta os dias restantes,
o tempo que desconheço
que me faz levantar,
sair correndo com pressa de regressar...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Rua do amor
quando me olhas parado!
Fixas o olhar no que digo, calado,
não vendo mais do que penso
mas ouvindo o que fica guardado!
Ris comigo, acompanhas-me no choro,
sabes ser lucidamente amigo,
dando-me o endereço da paz,
na mais bela travessa da cidade onde moro:
rua do amor!
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Tertúlias de bar
aperto a mão com vontade
de sentir o ser que me olha!
Apelo à comunicação, àquela oratória de essência,
na procura da redação dos dias corridos,
olhos que conversem temas perdidos!
olhos que conversem temas perdidos!
Pelo ritmo dos olhares trocados
sinto diálogos intensos
entre prosas e poesias declamadas,
no mais nobre dos silêncios!
No bar da conversa da alma,
bebem-se palavras embriagadas
que inebriam a tertúlia na mais louca calma!
quarta-feira, 16 de abril de 2014
O som da tristeza
E guardar o sorriso porque infeliz?
Então segura-me com firmeza
Porque sei de mim mais do que se diz!
Consegues ouvir-me calada?
Percebes-me a sentir o tempo passar?
Então mantém-me guardada
Para não ser gratuita ao falar!
Há saudade da liberdade
Do riso espontâneo porque feliz
Falta-me apenas ter vontade
de ousar pegar na vida pela raiz!
Vontade de ignorar
quem passa o dia na maldade
porque a minha liberdade
mora mesmo em esquecer o que se diz!
terça-feira, 15 de abril de 2014
Descalça na Primavera
Oiço-lhe os aromas,
aperto no coração o canto dos pássaros!
Sinto os sons de encanto
que me fazem ser menina e voltar a brincar...
...guardando os sapatos numa mala velha, até o inverno voltar!
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