segunda-feira, 27 de outubro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
Brasas de amor
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Audição do sentir
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Ver-te sorrir
No beijo sentido de palavras
Caem os dedos por entre os teus olhos!
Se me desses um livro para escrever
guardaria de ti os traços por mim desenhados!
Entre desvios de mil coisas ditas
e mistérios de sérios sorrisos
tenho saudades de ouvir,
(falado quase em segredo)
"Quão belo é ver-te sorrir,
mesmo ao meu lado!"
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Da janela do meu quarto...
![]() |
| foto by Luísa - "da janela do meu quarto..." |
Salto da cama na alvorada
espreguiçando os olhos, desafiando o sol!
Caminho descalça a sentir a hora,
na pedra da varanda gelada
que comigo espera o seu aparecer!!
Se o esperar chegar, por minutos que seja
vejo-o brilhar imponente,
servindo-se de presente,em bandeja!
Tão belo espectáculo,
quem não quer ver?
Traço a linha da cidade
no seu mais belo ser...
...descalça na varanda do meu quarto,
vejo o mundo alvorecer!
domingo, 19 de outubro de 2014
Trapézio
lembra-me que o caminho foi prazenteiro.
Alinha na minha animação
e deixa-me sorrir por inteiro!
Dá-me a mão, abraça-me no silêncio,
sente-me segura na vã fragilidade
acolhendo-me na loucura de dançar
num fio de trapézio...
... por esticar!
Alinha na minha animação
e deixa-me sorrir por inteiro!
Dá-me a mão, abraça-me no silêncio,
sente-me segura na vã fragilidade
acolhendo-me na loucura de dançar
num fio de trapézio...
... por esticar!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Letras perdidas
As letras foram embaladas pelas folhas,
tal vereda verdejante e vaidosa embala os juncos!
Lavaram-nas gotas de água cálidas
em rega de discurso, prazer sentido,
a ver o texto nascer!
Tal paixão no olhar,
com um risinho envergonhado,
trouxe um sentido invulgar
num amor não cego
visível na satisfação do amado!
Escreves hoje?
- Hoje, não pararás!
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Porque sim
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Olhar
![]() |
| foto de Luísa |
Quando cantas, encantas
com glamour emitido pelo teu olhar!
Fascinas pelo tom do teu encanto,
num canto dedicado ao meu olhar!
Oiço-te cantar baixinho,
sorrio desejando um dia,
talvez mais tarde,
subir às árvores do ser
e cantar assobiando
a transparência que apanhei da íris colorida!
Vejo-te pleno,
na profundeza refletida do teu olhar!
O que fala melhor de ti
é o brilho do teu sorriso!
domingo, 12 de outubro de 2014
Outono
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Chuva desorientada
Chove tanto lá fora!
Os pingos caem,
ruidosos na queda entre o nada!
Batem no chão, zangados,
assobiando no ar vazio, ao passar!
Está escuro no tempo,
nublado, carregado de temporal!
A chuva cai apressada,
em stresse outonal, descontrolada!
Parece que padece de histeria,
de falta de contos com magia,
num momento de vida a passar!
Pára chuva! Já chega de tanto estragar...
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Sede...
Tenho sede de secar o olhar
e beber da fonte do horizonte!
Tenho sede!
Tenho sede de molhar a leitura
numa página de pintura criada na ilusão!
Tenho sede!
Sede de criar, de partilhar a ideia do mundo girar em torno dos outros
e com eles fazer o globo brilhar...
Tenho sede de olhar para o infinito e mirar tudo o que lá encontro!
Tenho sede da lua,
sede da sombra do sol,
do apagão amarelado da trovoada
e do silêncio da paz!
Tenho sede criada pela água,
pela abundância desperdiçada do que é ter sede!
e beber da fonte do horizonte!
Tenho sede!
Tenho sede de molhar a leitura
numa página de pintura criada na ilusão!
Tenho sede!
Sede de criar, de partilhar a ideia do mundo girar em torno dos outros
e com eles fazer o globo brilhar...
Tenho sede de olhar para o infinito e mirar tudo o que lá encontro!
Tenho sede da lua,
sede da sombra do sol,
do apagão amarelado da trovoada
e do silêncio da paz!
Tenho sede criada pela água,
pela abundância desperdiçada do que é ter sede!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Amanhecer
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Sou eu
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Ter coração
Sinto o coração bater.
Sinto-o forte, pesado
em asfixia do ser!
Sinto-o no corpo,
cansado, preso, alienado,
zangado de tanto não ser!
Sinto ter coração
e isso
de nada me valer!
Mas sinto-o bater!
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