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Assim ficaste...
...na solidão aparente da dor de quem caminha só pelas ondas do mar!
Olhares distantes, fugidios e baços,
como quem foge da vida
numa tarde cinzenta recheada de embaraços!
Mesmo que o mar te apague os passos dados,
o caminho percorrido fará de ti a segurança do trajecto a fazer!
Vais frágil...mas caminhas!
Vais triste...mas sabes sorrir!
Vais com um nó apertado...mas, também tu, vais saber desatá-lo!
Não caminhas só. Sabes que no destino está tão somente:
a tua liberdade!
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Boa noite Luísa,
ResponderEliminarum poema nostálgico mas carregado de força e esperança, lindo!
Beijinho amigo,
Ana Martins
Parece-me que a MARÉ está vaza...
ResponderEliminarA cada um o seu caminho ou as prisões que escolher.
Um beijo.
[como o retrato construído com e dentro da palavra, que solitária caminha, mas não se esquece ou apaga... aconchega!]
ResponderEliminarum imenso abraço,
Leonardo B.
O mar apaga sempre os passos já dados... mas ao mesmo tempo permite-nos aquela sensação única de voltar a deixar pegadas na areia, como se fôssemos os primeiros a fazê-lo...
ResponderEliminarBeijos.
Mesmo quando caminhas só,
ResponderEliminartens sempre alguém que te olha de perto...
Beijos grandes!
Que belo poema, gostei muito, bj:)
ResponderEliminarMuito belo o teu poema!!! Gosto muito!!! Beijinhos da Cláudia
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