foto de Luísa - Ofir - novembro 2013
No meio do vento e chuva intensa
Ofir vestia-se de sol e água imensa!
Passava o Cávado cheio de repleto sossego
numa brincadeira de meninos entre o caudal e a margem!
E, o verde que o ladeia, alagava-se de entusiasmo,
pela sede saciada de uma manhã em copioso choro!
Ah! Natureza suprema!
Trazes nuvens brincalhonas e sopros de vento forte,
num ensaio de resistência
ás raízes que por cá moram!
Entre as cores do teu leito,
brilhavam raios de sol a preceito.
Hoje, vou tentar copiar-te o brilho,
nem que seja só numa tempestade de palavras...
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Passava o Cávado cheio de repleto sossego
ResponderEliminarOfir vestia-se de sol e água imensa!
Sempre as decripcións poeticas de Luisa Vilaça, acertadisimas
A imagem é já um poema. As palavras descrevem-no muito bem.
ResponderEliminarAO LONGE, TRÊS SÃO OS GIGANTES.
ResponderEliminarPELO MEIO CORRE A FORMOSURA
NÃO CABEM AQUI AS MINHAS PALAVRAS ERRANTES
PORQUE NESSE VERDE NÃO DEIXASTE ABERTURA.
Desculpa o atraso, mas tive primos de Lisboa aqui em casa, Luísa.
Gosto da imagem e adorei o queescreveste !
Um beijo Amigo.
Xose,
ResponderEliminara viagem foi banhada de uma boa descarga de água mas, ao chegar a Ofir, o sol brilhou intensamente. Fez-nos uma bela receção...
Beijinhos minhotos
Estimado amigo João Menéres,
ResponderEliminarquisera eu saber escrever,
talvez te fizesse uma rima
para entre o verde te surpreender!
Obrigada pela tua sempre amigo visita, senhor das mil e uma belas imagens!
Luísa
ResponderEliminarNão careces de rimar para me surpreender e animar !
Um beijo grato.
Esta foto e este poema são um mimo, para olhar de perto:)
ResponderEliminar:) lindo o poema! É um sítio lindo, muito especial:) e por nós muitas vezes visitado:)
Ontem senti uma vontade imensa de caminhar aí... mas fiquei-me por ir até Esposende e nem sai do carro!
Estou ansiosa por dar uma voltinha por aí.
Beijinho!