Brasas - foto de Xosé Figeroa Lorenzana - Pazo de Sabadelle
Pulsam as ondas de calor,
estalam no vegetal endurecido que queima!
Pulsam em aconchego de amor
como quem saúda e reina!
Se soubesses o tom do coração,
que toca a brasa animada,
talvez devesses desculpar a razão
que não ajuda o amor em nada!
Se queimar, deixa arder!
Se arder, tempera a queimadura!
Deixa sentir o braseiro que queima,
deixa ferir...que o mal que vem por bem, nem sempre dura!
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Sobre brasas.
ResponderEliminarUma magnífica parceria luso-galaica !
ResponderEliminarDessa chama, já o Camões sonetava.
Um beijo muito Amigo.
"nem sempre dura", e às vezes, até cura.
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