quinta-feira, 22 de julho de 2010

Minho, rio que corre sem parar...

foto da net


...e chegou!
Chegou com vontade de encontrar!
Desejo de descobrir a costa e pelo oceano entrar!
Minho de seu nome, verdejante espelho das suas margens,
traz nas suas águas a inspiração do poeta!
Deu a água do meu baptismo e salpicou a alma de letras!
A simbiose entre o leito e a margem,
entre a humidade e o capim,
do cheiro das águas correntes ao aroma dos carvalhos sem fim!
Minho, rio que corre sem parar!
Rio das origens, da vontade de andar...
Das tardes passadas a ver-te desaguar!
Trago-te traçado na alma,
No olhar de perto,
por teres sido o primeiro a comigo navegar!

6 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. João Menéres disse...
    Aqui temos a LUÍSA no seu melhor ( que é sempre muito alto).

    Beleza de poesia, querida amiga!

    Do desejo, à inspiração.
    Do leito, ao aroma.
    Das origens, à alma.

    Perfeição de arquitectura poética este teu
    > MINHO, RIO QUE CORRE SEM PARAR <

    Estou encantado e maravilhado.
    Uma poesia para uma antologia.

    Enorrrrrrrmeeeeeeee beijo a correr por esse rio que as tuas letras mais o tornam o rio dos poetas.

    NOTA: Duas palavras coladas desfeavam o rio.

    23 de Julho de 2010 00:37

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  3. estou totalmente de acordo com nosso querido Joao, beleza de palavras!!!!!beleza em GRANDE!!!
    beijos muitos beijos

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  4. pena o meu TEJO não ser tão belo no seu todo!!

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  5. Um rio de poesia a correr neste espaço tambem, lindo!
    beijos, ótima semana

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  6. venho dar-lhe um beijo Luísa e aconchegar-me às suas belas e vivas palavras. Um beijinho

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Olhares de perto