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A mostrar mensagens de 2016

Falta-te algo

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Falta-te algo! Tens as mãos inquietas e o olhar não pára! Falta-te a tecla do sonho a escrita corrida de quem ama as letras e as ensaia num bailado sincronizado! Falta-te algo! Papel. Lápis.  Folhas em branco! Sons da natureza, sorrisos das ervas, beijos de brisas! Falta-te algo! O tempo que te foge e orienta num sentido perdido de escrita! Escrever. Ver.



Aliança

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O teu olhar de perto!

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A ti

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Antes  que o tempo passe
 e não dure
Deixa a palavra escrita
Algo que de ti perdure
Te valorize no tempo...
Antes que o tempo passe,
Veste  o olhar de seda
Laça o cabelo sobre os ombros
Traça as pernas sob a cadeira
E escreve um momento de ti
Um tempo de vida cruzada
Entre o sorriso no amor
E a tristeza de te ver aqui..
...não estando!

Aqui...

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Aqui,
aqui, onde o outono cai e voa rumo ao inverno, há um sol que espreita e abençoa a dança das estações!
Um diospiro que pede canela,
um azevinho que pede frio, 
o sol que abraça ambos
entre raios de brilho, ora mais longos, ora mais curtos...
Aqui, onde toda a vida estacionou!

Furos de luz...

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Passos

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Despertar

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Ilusões

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Furo....

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Serei...

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Se um dia for planta
Todas as raizes irão dar sinal de mim
Sairei serpenteada da terra
Elevarei um tronco seguro,
um suporte de ramos,
um sustento de folhas, assim:
- verdes, pequenas, envergonhadas, cheias de vida...até ao fim.
Se um dia nada brotar da terra
Não serei eu em mim!

Prometi

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Prometi escrever, dizer baixinho a cor do céu, pintar um pouco de sonho e guardar o pincel! Prometi morar nas nuvens, abrir as portas da ilusão, desenhar o sorriso envergonhado e oferecer-te o lápis! Prometi ler no teus olhos, ver por dentro o filme que passa, rever o guião e realizar-te, assim, feliz! Prometi! Cumpri.

Diversidade humana

Escrevi a primeira letra na esperança de traçar igualdade! Rabiscos de intenções, desejos e vontades de tocar o homem, de abanar a diversidade! Temos tudo  Não temos nada Olhamos todos e não vemos nada! Na diversidade humana desumaniza-se a igualdade!

Olhar perdido

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A voz trauteou conhecimento e o cruzamento do discurso do método esbarrou no primeiro olhar. Viu,  sentiu, perdeu a memória no cheiro perdido da pele! Longe, distante do toque, esquecido do tom da voz cegou tudo o que abraçou, partindo... 


Respirar

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Se fossemos diferentes...seriamos iguais!

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Diferenças

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Bom dia!

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Tufos de sonhos

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A vida num olhar...

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Verão

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Redações da natureza

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Sentada, escutei tertúlias da natureza, conversas intocáveis de poderes únicos,   numa oratória com hora marcada! E que conversa! No silêncio projetado no som ouvi o fogo poisar na água! Fusão de elementos,  encontros sem vaidade numa suprema delicadeza de movimentos! Sentarei de novo! Escutarei de novo! Aceitarei o convite de redatora da reportagem datilografada naquela linha: - aquela que separa a junção da conversa e anima o sonho... Voltarei, à hora marcada!


No silêncio do entardecer...

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Até amanhã...

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Vejo-te...

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Espera-me para jantar...

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Noite...

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sorriso da lua

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Só quando a lua chegou repousou a cabeça entre as mãos  e sorriu! Estava acompanhada da solidão, mergulhada nos seus pensamentos, voltando a sorrir! Quantas voltas deu ao céu e voltou a vir! Fez aqueles circuitos vezes sem fim como quem desenha o sonho e adivinha a trama,  tramada! Se a lua chegou, alguém vai sair e sorrir... assim, sonhando devagar!



olhAR-TE

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contrastes

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No teu olhar

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É no teu olhar que afogo a visão do ser! Sei-te de cor, lembrando eternamente, tudo o que temos cá dentro. tudo o que de ti tenho em mim... ...reconhecendo-me em ti! É no teu olhar que me abrigo, me encolho e refugio! É no teu olhar que me encontro, para sem forças, tentar agarrar o tempo e não o deixar passar, ficando!

D´Ouro

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Entre a lua e o sol

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Não digo...

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lá fora

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Tão perto!

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O tom do nome

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Há tons de voz que se materializam em comandos.
Uns, embalam-nos na memória do mimo Outros, adormecem-nos no mimo da memória! "Maria Luísa!" traduzia-se em repreensão! "Lú", interpretava toda a tua atenção! Entre o som austero e o de comando doce, sempre estiveste tu, segura em todos os teus tons, certa de todos os reflexos de ti em mim, em nós! Hoje sou eu, sem nome...presa no teu olhar, com saudades de ser quem sou: "Maria Luísa!" no teu tom, outra vez!



Para de escrever

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Para de escrever que me enervas Deita as letras e sossega Viras e voltas voltas e viras... Para, ou escreve devagar! Deixa o olhar fechar as pálpebras e não leias a vida para além de ti! Para! Para e vai viver. Um dia, quando o tempo tiver passado, vais depressa perceber que tudo o que escreveste de nada te vai valer! Assim... ...num colo de memória a reter!



O teu sonho tem cheiro...

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Crescemos sem querer

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Esquece-me Esquece-me entre o poisar da lua  e a alvorada solar! Deixa-me adormecer entretanto e sonhar essas horas do fim! A vida despede-se devagarinho, passa de mansinho entre lições rasteiradas e aulas carregadas de afeto firme! Vive-se a crescer. Crescemos sem querer!

Céu cinza

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Serenidade...

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Retratos da certeza na dúvida

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O teu riso - poema de Pablo Neruda

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Tira-me o pão, se quiseres, tira-me o ar, mas não me tires o teu riso. Não me tires a rosa, a lança que desfolhas, a água que de súbito brota da tua alegria, a repentina onda de prata que em ti nasce. A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados às vezes por ver que a terra não muda, mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me e abre-me todas as portas da vida. Meu amor, nos momentos mais escuros solta o teu riso e se de súbito vires que o meu sangue mancha as pedras da rua, ri, porque o teu riso será para as minhas mãos como uma espada fresca. À beira do mar, no outono, teu riso deve erguer sua cascata de espuma, e na primavera, amor, quero teu riso como a flor que esperava, a flor azul, a rosa da minha pátria sonora. Ri-te da noite, do dia, da lua, ri-te das ruas tortas da ilha, ri-te deste grosseiro rapaz que te ama, mas quando abro os olhos e os fecho, quando meus passos vão, quando voltam meus passos, nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.
Pablo Neruda

Sem pressa de acordar

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Passeio da calma

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Avé Maria!

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acasos

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Amor perfeito

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Moram no coração  todas as palavras escritas! Aquecem os dias, perfeitos de leitura, entre o brilho do olhar e a luz ténue do sorriso! Quantas páginas  folheadas, libertadas, passadas num sopro... ...ligadas pelo som da terra que vibra pelo aroma no ar! Perfeitos? São todos os amores!



Asfixia..

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Tu e eu

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Ir...

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