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A mostrar mensagens de Março, 2014

O frio em mim

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Sinto no rosto o frio dos dias Aquele que me corta a pele e embrutece as feições! Sinto a falta do sol do calor que se me oferece e amacia a minha tez! Sinto sentir o tempo que, na melhor reação,
 passa uma rasteira e ensina uma bela lição! Entre o frio e o calor balanço acordes de vida afinada pela vontade de tocar,  jamais vencida! Sinto o sentido do tempo, superando...

Escrever-te

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Quando me pedes que escreva e pense em ti para dar sumo às palavras sinto um aperto no peito pois duvido do caminho  e do seu último efeito! Escrever-te é falar-te, falar-nos! É dizer no papel o quanto me fazes feliz e como gosto de morar na felicidade! Redações da vida não são escrita d´alma! são relatos dos dias que passam, das horas que faltam, do tempo passados a dois, num momento de vida a sós... ...com saudades de ti, de mim, de nós!

Números

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Entre números e estudos, avalio o tempo que passou! Serão dados para ler mudos, com leituras possíveis do que mudou! Ficam sempre lições tiradas, daquilo que os números trazem. Servirão de guião para futuro, não repetindo erros por amostragem! Só não aprende quem não quer, pois a vida apresenta-se uma lição! Com números, com somas e perdas, com saberes concentrados em mim, mulher!


O choro dos felizes tem hora...

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Apetece-me chorar! Assim, copiosamente como as nuvens. Aquela choro que sai de dentro, e brota a mágoa do tempo... ...sem parar! Apetece-me chorar! Assim, com vontade só minha aquele choro que lava a alma abre os olhos em vermelho e nos faz sentir bem! Apetece-me chorar, hoje! Agora, enquanto escrevo o choro do dia! Apenas chorar por chorar num momento de paz na escala maior de alegria!

Abandono

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Porque me deixas só, agora que estou velho? Já não sirvo para acompanhar? Mas, preciso de companhia! Já não acompanho a caminhada? Mas faço parte do caminho! Já não debato ideias? Mas sou um discurso direto! Já não oiço à primeira? Mas percebo-te quando oiço! Já não como como te ensinei? Mas gosto de companhia à mesa! Irás passear comigo no dia em que me for e chorar de saudade pelo que fui?
Já não sou novo e sinto-me partir, devagarinho! Mima-me agora, enquanto cá estou e dou valor! Porque amanhã serei memória e
  somente saudade do que para ti não fui!

Ser voluntário

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Ser voluntário é Estar livre de si para se dar aos outros! E comportar na pessoa que dá A resposta afetiva pela falência de um sistema  chamado “estado da família”! È reunir atributos de ser, Ser solidário, Ser paciente, Ser sorriso, Ser amigo, Ser tolerante, Ser oportuno, Ser pontual, Ser assíduo, Ser isento, Ser feliz! Ser, apenas SER!

Sons da lua

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Quantas noites  o corpo pede sono E o sono dispersa com os sons da lua? Quantas horas sonhamos a cor e o tom desmaia apagado? Quantos minutos pedimos memórias e o pensamento adormece acordado? Entre o sono, a cor e o pensamento, apaga-se a noite, calmamente!

Vazio

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Sei olhar o rio

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Sei olhar o rio como mais ninguém o faz Olho-o e sorrio, oiço-o apenas, já me satisfaz! Sei-lhe as vidas, as cores com que passa! Conheço-lhe as dores e quanto corre em desgraça! Sei olhar o rio como um cúmplice de aventura: ele não pára a passagem e eu, ofereço-lhe o pensamento, numa redação feita na sua margem!

Impulsos

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Segue sendo tempo que a vida não pára! Segue, vai ligeiro e quase ninguém repara! Conta e soma o vento que o tempo não pára! Alegre se oferece às gentes que o olham e desmascara! Será que a cabeça pensa o quanto o tempo mata? Se pensar morre mais cedo que a vida se remata!

Teimosia em ficar

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Olho pela janela e sinto a chuva cair! Cai feroz, violentamente, cai mesmo sem pedir! Traz ruídos não apetecidos e aromas tão pouco sentidos! Traz teimosia na queda, roupagem húmida, fria, nunca se mostraria mulher! Trajou-se primavera de outrora, dos tempos idos embora, das sementeiras de samarra, do velho que espreitava e ria! Veio teimosa em ficar, a chuva que não nos larga!

Segredos

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Dizes-me baixinho ao ouvido, como quem segreda o desconhecido: - Serás minha, no fim? E, num tom cúmplice de desafio, ouves dizer-te em resposta: - Porque não? Programei a vida assim! Sorrimos entre olhares,  sossegamos a dúvida e deixamos a existência tomar conta dos dias que passam...

Ruas por viajar

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Quantas vezes fazemos trajetos por rua já calçadas?! Pisam-se as pedras, ouvem-se as pessoas, sentimos o canto dos pássaros num tom macho de ecos cantados! Passamos ligeiros, apressados com a vida, corridos de intensa existência, avençados de estar... ...cansados! Vamos andando, trajeto atrás de trajeto, num passo veloz, vivendo a vida, esquecendo-nos de nós... ...por ela ser tão sentida! Trajetos, meramente trajetos!

Embrulhaste a praia num frasco de vidro

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Faz-me falta.

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Bruma

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Carvão..nas mãos do artesão!

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Escrevo amor

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Intervalo

Sem imagens Sem legendas Sem palavras Cem imagens publicadas Cem legendas atribuídas Cem palavras aplicadas Seis são as frases redigidas que terei que multiplicar por cem no prazo de um mês. Vou tentar e volto já! ;-)

Nós

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Tempo por vir

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Crepuscular

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Descalça no rio, calcei-me de ilusão

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Foi quando ousei pisar o rio que o senti suave no seu passar! Descia calmo, prudente, com permissão para o calcar! Quantas histórias lhe ouvi! Quantas narrações ledas e calmas! Foi nas límpidas águas do rio que me descalcei, sentei e sorri, mesmo só por o sentir passar! Descalça no rio estive, calçada de uma bela ilusão...

O céu como modelo, numa passerelle natural

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Saudade3

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Arrisco falar de saudade: daquele aperto sentido no peito, do nó dado no coração, da secura que trava a boca! Falo da saudade, do tempo ainda não vivido, do riso que ficou por dar, ou do toque roubado e fugido! Saudades do  que não tive, saudades do que não sou, saudades, simplesmente saudades, saudades do tempo que passa ou já passou!

Máscara

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Chove há tanto no meu jardim

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Um olhar de perto1

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