domingo, 11 de janeiro de 2009

Parabéns!


Há 9 anos atrás
Uma linda menina nascia
De seu nome Ana Isabel
Na sua perfeição, sorria!
A sua mamã, valente
Trouxe-a ao mundo, radiante
Estava cansada mas contente
Com um novo semblante
A menina mais bonita da maternidade
Estava sossegada no berçario
Nas primeiras horas descansava
Nem dava conta do horário!
Mamou certinho, vinha esfomeada
Engrenou na mamada sem dificuldade
Comia e dormia, bem engraçada
Mudou-se a fralda, tinha uma mijada!
Logo que as vimos, lá na maternidade
Foi-nos comunicado, com alento:
"Fosteis escolhidos para padrinhos,
Serão vossas as bençãos, ao nosso rebento!"
A alegria foi imensa
por tão generosa confiança
Faremos tudo o que pudermos
Para abençoar esta criança!
Hoje estás crescida,
São nove anos que festejamos!
A vida para ti será bem florida
A vida para ti terá muitos mais ramos...
Em cada gargalhada dada
Festejas a festa da vida
Enervas a velhada
E mostras-te divertida!
Vai em frente com energia
Para vencer os obstáculos
Consiguirás com muita alegria
Subir os teus sucalcos!
Estica a dorsal ao piano
Penteia o cabelinho para tráz
Tecla melodias de encanto
Que felizes a todos nos faz!
Tens um rosto de encanto
Os óculos ficam-te a matar
Gostas de livros de conto
Lês com vontade de criar!
Ao mano defendes sem condição
E a ele pedes conselhos
Tens nele uma adoração
Típica por manos mais velhos!
Gostas muito da mamã
do papá também, já se adivinha
mas o teu gostar especial
é pela tua querida Madrinha!
Falamos alto de quando em vez
Para que niguém deixe de ouvir
Um conto alegre ela te fez
Para poder ver-te sorrir!
Ensinas muitas novidades
à nossa querida filhinha
Divides as tuas faculdade
Por seres uma especial "Maninha"!
Muitos PARABÉNS!
Muitas FELICIDADES!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Frio...brrrrrrrrrrrrrrrrrr


As imagens mostram o belo
Num entardecer gelado
Que apesar do tilintar dos dentes
Cobre-o o céu, todo estrelado!
O nosso olhar sobre a cidade
Aquece quem por lá passa
Não fosse o avançar da idade
Sentava, a observar a praça
Carros vêm, carros vão
Apressados a fugir do frio
Não sentem a vã solidão
De quem sente o arrepio!
Um cobertor de cartão
Serve de aconchego ao muribundo
Não lhe vi deitar a mão
Não senti melhor, o mundo!
Talves este olhar seja
Apenas um olhar mendigo
Que de tanta miséria que viu
Também se sente ferido!
O frio está lá fora
E não afecta a minha casa
Mas gela-me a alma sentir
Que "há pássaros feridos na asa"!
Uma sociedade vã
Que não acolhe os vulneráveis
Caminha para a solidão
Por não alimentar os miseráveis.
Miseráveis estão de afectos
De cobertores e lareiras
Não sabem o que são alimentos
Não conhecem o calor das fogueiras!
Não nos valem os homens de hoje
De fato e gravata vestidos!
Não veem os miseráveis
Não reconhecem os mendigos!
A sociedade é solidária
E ajuda em época natalícia
Mas cai um nevão em Janeiro
E a solidariedade já não é noticía!
Sejamos mais francos uns com os outros
Deitemos a mão à necessidade
Não façamos ouvidos moucos
Não ignoremos a sociedade!


sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Vieste de mansinho, suave e silenciosa
Caiste devagarinho, numa valsa melodiosa!
O verde, cobriste de branco,
Ao asfalto, aconchegaste o cobertor!
Os automobilistas assustaste,
Afuguentaste o mais dedicado trabalhador!
Mas,
No eco do teu manto, enrolam-se bolas, às gargalhadas!
Ouve-se a alegria das crianças a transformarem-te em bonecos
O gorro tapa as tranças, as luvas os dedos malandrecos.
Fizeste com que o dia fosse diferente
Trouxeste no branco, alegrias de muita cor!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Dia de Reis

Eram três e tão diferentes!
Cada um com o seu presente!
De toda a história gravamos
Orientação rumo a oriente!

Esta estrela brilhou sob os olhares
De quem procurava o Menino
Orientou-os por hectares
Sem medo do seu destino!

Que a mensagem tenha ficado
Gravada em todos os corações
Um gesto único, cheio de significado
De três presentes sem pretensões

Parece-me que a lição não foi aprendida
Pois mostraram união!
Cada um com o seu Deus,
Cada um com a sua religião!

De raças diferentes eles eram
E tinham distintas origens
Caminharam sempre em frente
Sem temerem vertigens!

Eles mostraram a ordem
E o respeito pelos demais
Por favor, Homens, acordem:
Não promovam GUERRA, jamais!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009


Sentei-me na ponte, num puro momento de prazer!
Virei-me para o sol, só para me aquecer.
Depois de todo o buliço, alguém se lembra do que restou?
A partilha, a dádiva, a vontade de estarem juntos, de conviver...
Ainda se compram sabonetes, para ajudar a AAC?
Dão-se as mãos em nome de causas nobres?
Depois de todo o buliço, continuamos a sentir,
a querer partilhas e a ensinar a louvar os bons momentos?
Parei para pensar ...
Estou aqui!!!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Hoje a palavra foi dançar
Entrou no baile de melodias nobres
Rodopiou ao som do lápis e do papel!

Hoje a palavra viu um principe
Preparou o seu melhor vestido
Embelezou a sua formatação!

Hoje a palavra rendeu-se ao belo
Expô-se delicada e meigamente
Mostrou-se confidente do seu dono!

Hoje a palavra foi dedicada
Dedicada a quem a leu e sentiu
Amiga do ser que a pensou!

Hoje a palavra foi uma aliada
Conivente na vontade de construir
Parceira fiel na emoção!

Hoje a palavra mostrou-se
Casou letra a letra
Formou um lar!

Hoje a palavra espreita à janela
Mostra afecto e boa vontade
Partilha toda a sua conjugação!

Belo foi o seu baile de afectos
Que dançou e propôs dança
Embalou na doçura da escrita!

A ti, palavra com letras
Dedico algum tempo do meu dia
Pelo prazer de te ver dançar!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Um Verso na Toalha da minha MÃE






Estas são as mensagens que deixei aos meus irmão e pais,
Escrita com brilho de amor e laços de ternura
Escrevi na toalha da mesa com tinta permanente
Um mimo para cada um, uma surpresa depois de eu sair.
No Ano Novo não jantei com eles, mas fiz-me representar à mesa da forma que vos mostro. Sei que eles adoraram e a minha MÃE não berrou muito...Talvez não volte a lavar a toalha...
Votos de um BOM ANO

Olha...sente

Vi-te doce Vi-te d'alma Vi-te dono de mim e em mim vi-te doçura! Bebi-te intenso, Vivi-te pensamento, reflexão! E, no relógio que o te...