quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Alvorada frente ao rio...

foto de Luísa

Alvorada de encontro ao sol,
num espreguiçar matinalmente vigilante!
Vejo-te correr rumo ao mar,
e nos trilhos da margem que te ladeia,
crescem tufos de capim e pinheiros da aldeia!
Sou-te vigilante nas curvas que desenhas!
E, nas ondas que te levam, oiço o vento carpir!
Chora-te de saudades, por no inverno não te poder ouvir!
Vais veloz...vais parado, vais ligeiro Rio Cávado!
Vais na azáfama natural,
da tua visita matinal!




5 comentários:

  1. Gosto do meu Sado ao fim da tarde
    quando viajante fatigado
    se entrega nos braços do seu mar
    Gosto do seu azul inebriante
    paraíso de golfinhos navegantes

    Ternurenta
    espreito o meu rio
    e o mar lá adiante impaciente

    Dum lado o areal imenso
    quase deserto
    em busca de alentejo

    do outro,
    vejo
    a" serra mãe" sempre por perto...

    e as margens
    (essas)
    vaidosas enfeitadas soalheiras
    são damas de honor
    de um casamento eterno


    (A seu pedido: ISABEL APENAS)

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  2. Que linda alvorada, amiga Luísa!

    Beijinho,
    Ana Martins

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  3. Olá Luísa,

    Ler-te é sempre um imenso prazer...Como consegue em tão poucas linhas nos fazer viajar para terras tão longínquas e assim docemente nos apresentar o cheiro com gosto de mar.

    Beijos amiga poeta das palavras encantadas.

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  4. bela vista matinal...
    acordar com teus versos!
    linda foto tambem!
    e obrigada pelos teus comentarios:)))
    beijossssssssssssssssssss

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  5. Cávado e Sado!
    Como gosto dos dois.
    Dois rios, dois belíssimos poemas.
    O mesmo mar. Um país único.
    Ainda bem que passei por aqui.

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Olhares de perto