sábado, 11 de fevereiro de 2017

O que ouves?

Foto by M.O.Cunha-Aldeia do Pontido

O que ouves tu no ribeiro?
O som do verde que fica
Ou o tom castanho mergulhado?
Que ouves tu no ribeiro?
Talvez oiças só o vento que passa
E as cores que, afogadas, em ti permaneçam!
Ouves o canto da cascata?
São as mãos da ternura num movimento mais rápido de afagos!
Ribeiro belo,
Ribeiro teu e meu
Dos sons e das cores
Das formas que lhes dei
Quando um dia comecei a sonhar..


2 comentários:

  1. Quando um dia comecei a viver, tudo isso eu retive em mim.
    O verde.
    O tom acastanhado.
    O vento que passava.
    Todas as cores afogadas.
    E o canto da cascata.

    Eu alimento-me de sons e de cores sem fim.

    Um excelente poema, Luísa !
    Que feliz fico !!!

    Um beijo muito amigo.

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  2. No ribeiro que desliza, na cascata que mergulha, no vento que passa, oiço-me no mundo inteiro que transporto em cada dia...

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Olhares de perto