terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sopro de ar

Ouve-se lá fora o vento a soprar
Os edificios assobiam alegremente
Passam nuvens em bando, com sombras de pássaros
Chilreiam os passeios ao som do calcar das folhas
Todos passam apressadamente, de braços cruzados no peito
Como quem acolhe e abraça os primeiros sinais do frio.

Este sopro de ar
Renova as mentes
Refresca os mofos encardidos
Abre novas oportunidades!

Este sopro de ar
Embala com carinho os cavacos na lareira
As castanhas assadas
A jerupiga e o vinho novo!

Abram-se as portas
Que entrem os primeiros sinais de nova estação!

1 comentário:

  1. Obrigada! :)
    foi apenas um pequeno momento de inspiração...
    Meu coração fica acanhado quando tento transcrever o que sinto... para além de não conseguir, nao o devo fazer... (...)

    Mas tu tens, sem dúvida alguma, muita criatividade quando escreves....

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