quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Gravados os textos,
num timbre de voz improvisado,
soltaram-se lágrimas na despedida da palavra!
Foi apenas um adeus,
um não retorno ao marasmo das letras,
 por tempo indeterminado!
Guarda a sete chaves a felicidade sentida
e não a segredes a ninguém...
...para que te não levem as letras já escritas!
Guarda-as.
Serão elas a tua almofada
no sono não dormido.




9 comentários:

  1. Obviamente que me referia à tua dita decisão !
    Tens que ir à luta, Luísa !
    Todos que tanto te estimam sentem a falta das tuas poéticas palavras !

    Um beijo muito amigo.

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  2. Reconheces estes três ... Nada há mais para dizer

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    1. Um cavalheiro, não pode esperar por resposta! Seguiu já via email. Mil beijinho, estimadíssimo amigo!

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  4. Aqui, o cavalheiro é o Anónimo ( excepcionalmente ) !

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    1. enviei email no final do dia 13/01. O cavalheiro és tu. não respondo a anónimos.

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  5. Belíssimo, Luísa.
    Encantadoramente sentimental este poemas com uma linha leve em evolução num afago de coração.
    Não há como "Um olhar de perto".
    Parabéns

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  6. Li, depois do comentário anterior, os comentários do amigo João Menéres.
    Pelo que percebi... seria uma pena, Luísa.

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Olhares de perto