terça-feira, 7 de junho de 2016

Para de escrever

foto de Pepe
Para de escrever que me enervas
Deita as letras e sossega
Viras e voltas
voltas e viras...
Para,
ou escreve devagar!
Deixa o olhar fechar as pálpebras
e não leias a vida para além de ti!
Para!
Para e vai viver.
Um dia, quando o tempo tiver passado,
vais depressa perceber
que tudo o que escreveste
de nada te vai valer!
Assim...
...num colo de memória a reter!




2 comentários:

  1. Vou deitar as letras, como mandas...
    Mas de pé fica o meu beijo, Luísa.

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  2. A escrita é, apenas, a parte visível de uma alma cheia.
    E que "páginas" podem ser escritas em cada dia a merecer o colinho da memória futura...

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