quarta-feira, 29 de julho de 2009

De rosto escondido

Foto da net
Sempre que vagueio encontro um rosto
Um rosto perdido, achado algures desencontrado!
Sempre que vagueio sinto o sorrir esvanecer
A certeza desaparecer, na verdade de ti que ondula,
que flutua com o vento e oscila entre ti e mim!
Quem te mostras debaixo do rosto descoberto,
dentro desse olhar inquieto, da vontade em poisar,
sentir o chão e sossegar!
De quem és tu, dona dessa máscara, que de ti não é,
que estendes a mão, antes que caias de pé!

14 comentários:

  1. Por aquilo que eu entendi, o final é de uma beleza fora do comum:

    "...que de ti não é, que estendes a mão, antes que caias de pé!".

    Sempre haverá uma mão estendida e bem firme!

    Um beijo.

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  2. Sair de si e se ver de fora...
    Auto-análise é!

    Beijos!

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  3. Luísa,
    uma preciosidade este poema... Adorei!!!

    Beijinhos,
    Ana Martins

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  4. Haverá sempre rostos perdidos, encobertos, que anseiam tirar a máscara.
    Um beijo,
    Judite

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  5. Muito lindo poema, gosto muito do que escreve.
    Abraços

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  6. Enigmático o ser humano. Temos rostos conforme o sentimento que vivemos em cada momento. Muito lindo.

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  7. se for a última sessão no drama da matéria

    a que se deita não mais terá forças para o vertical

    e a máscara será pó

    então, um espírito em luz e pureza vagueará...

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  8. Joao tem razao, sempre tem alguem que te estende uma mao, agora no meu caso aqui, todos estao me ajudando como podem...e é muito!
    gostei do escrito e da imagem, beijao,

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  9. sim , joao tem razao, eu estou vivendo agora esta verdade, todos aqui me estao ajudando...para nao cair...:))))
    imagem e palavras lindas, beijos

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  10. Olá abro o meu Portátil e pronto sinto logo a frescura da tua escrita Beijos Paull

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  11. De rosto escondido ou não sou fã das coisas lindas que escreves!
    O importante é escrever com a alma e não com as mãos e tu fá-lo maravilhosamente bem!
    Beijos

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Olhares de perto