domingo, 15 de março de 2015

Convite

O silêncio, resgatado,
foi sentido sem verbo
numa prosa plantada no jardim!
O sorriso, envergonhado,
foi emoção semeada na pedra
numa poesia ditada sem fim!
Nem o aroma das flores
ou o som soprado das folhas,
o vento que interrompe a passagem...
...deixou algum dia de ser 
vida!
Com vida...convida!

3 comentários:

  1. Ia-me escapando, hoje, Luísa !
    Mas ainda apanhei o sorriso que deixaste.

    Um beijo.

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  2. Um vento que convida rompe o silêncio. Bela!
    Abração.

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