sábado, 7 de novembro de 2015

Divagações

Há um rodopio doentio,
de recuo e avanço,
de ida e volta,
de danças paradas no tempo
do passo apressado que parou
no mundo calado, falador!
Há um fogo que iça o pranto
que laça a acalmia desassossegada
e
empurra a onda que parou, molhada!
Afogou a gargalhada
num rio sem lábios
onde o toque mergulhou no ser
ressuscitando o sorriso,
(sobre)vivendo!

6 comentários:

  1. Ai, Luísa...
    Não sei se conheces este belíssimo poema...

    "Há um rodopio doentio,
    de recuo e avanço,
    de ida e volta,
    de danças paradas no tempo
    do passo apressado que parou
    no mundo calado, falador!
    Há um fogo que iça o pranto
    que laça a acalmia desassossegada
    e
    empurra a onda que parou, molhada!
    Afogou a gargalhada
    num rio sem lábios
    onde o toque mergulhou no ser
    ressuscitando o sorriso,
    (sobre)vivendo ! "

    Se não conheceres o autor, diz-me ! Eu na volta, decifro !

    Grande beijo.

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  2. Andas a utilizar um clone para me seguires ?

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    Respostas
    1. Aprendi a ler-te nas entrelinhas...
      Seremos parecidos?

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  3. Gosto do poema que traduz, penso, uma certa fatalidade lusa.
    Boa noite.

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Olhares de perto