segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Torpedos de escrita

Distraiu-se a escrever e esqueceu a guerra!
Isso!
Usou o lápis e espalhou amor 
como se o papel fosse terra
e, na terra, as letras fossem gente!
Tratou-as bem. Muito bem!
Escreveu com vigor
marcou as linhas com carvão 
como se vincasse as letras no coração
e delas fizesse vida.
Distraiu-se e inventou armas,
subiu aviões e lançou o míssil da concórdia!
Virou a página.
Continuou na escrita limpando as armas
não se rendendo das batalhas...






4 comentários:

  1. Se fosse tão fácil assim.
    Se a paz na terra dependesse dos homens de boa vontade.
    Enfim, já será bom se a pudermos preservar em nosso coração.

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  2. Recebi uns vídeos e fiquei aterrorizado, Luísa !
    Não será com POESIA que a Europa resolverá a invasão de progressão geométrica.
    Mas, vale a pena não perder a alma de POETA.

    Um beijo.

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Olhares de perto